Muitas vezes na hora de legalizar a atividade exercida, o empreendedor, seja de qual área for, fica com dúvidas de qual a melhor opção de regime tributário para seu tipo de negócios.

Uma boa assessoria contábil com toda certeza irá te ajudar a entender qual a melhor opção para se manter dentro da legalidade e ao mesmo tempo ter os melhores rendimentos e menores taxas de impostos possíveis, a escolha vai depender de uma série de fatores a serem estudados junto ao contador.

Hoje você terá a oportunidade de conhecer quais regimes tributários existem no Brasil e quais são os requisitos para se enquadrar em cada um deles, fique atento.

O que é regime tributário?

Pode se definir como regime tributário um conjunto de leis que regem e indicam tributos a serem pagos para o governo pelas empresas atuantes do País, sendo assim a escolha correta é de extrema importância, já que será válida ao longo de todo o ano.

Como escolher o melhor regime tributário?

No momento da escolha é necessário cruzar algumas informações como por exemplo:

  • Porte da empresa.
  • Histórico empresarial.
  • Dados do ano anterior.

E dessa forma criar um cenário possível para o próximo calendário fiscal e conseguir melhores condições contábeis.

Quais são as opções?

No Brasil os regimes tributários se dividem em basicamente 4 categorias, são elas:

  • Simples nacional.
  • Lucro real.
  • Lucro presumido.
  • Lucro arbitrado.

 

Conheça agora as particularidades sobre cada regime tributário.

Simples Nacional

Uma excelente opção para MEI´s, uma vez que o diferencial é a simplicidade nos processos. Por meio de apenas um documento o DAS (documento de arrecadação do simples nacional), é possível realizar todas as operações referentes a impostos de maneira ágil e livre de burocracia.

Os impostos unificados pelo regime do simples nacional são:

 

  • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.
  • Contribuição Social Sobre Lucro Líquido.
  • Contribuição para o financiamento da Seguridade.
  • Imposto sobre circulação de mercadorias e Serviços.
  • Instituto Nacional do Seguro Social.
  • Imposto sobre Serviços.
  • Imposto sobre Produtos Industrializados.
  • Programa de Integração Social.

 

Para poder fazer parte do Simples nacional o faturamento do empreendimento não pode ultrapassar R$3,6 milhões ao ano.

Lucro Real

Já o regime tributário baseado no lucro real são para as empresas que faturam anualmente mais de R$78 milhões, contudo, qualquer empresa pode optar por essa modalidade se acaso julgar vantajoso.

Suas deduções são feitas sobrea a apuração de receitas e descontos das despensas da empresa, pago os impostos sobre o lucro exato do empreendimento.

Os valores de IRPJ e CSLL são obtidos pela apuração do lucro líquido, essa opção é viável para empresas que possuem margens baixas de lucro ou prejuízo.

Lucro presumido

Para se encaixar nessa modalidade de tributação a empresa deve faturar no máximo R$78 milhões ao ano, o grande diferencial nesse regime tributário é que os cálculos para pagamento de impostos acontecem sobre todas as empresas do seu ramo de atuação, gerando assim um valor médio para os valores.

Lucro Arbitrado

Essa modalidade ocorre em situações onde o empreendimento tem sua escrituração contábil analisada e desclassificada pelo fisco devido a distorções.

E nesses casos em especial o contador deve ter atuação continua em todos os processos que envolve a empresa e o fisco.

E agora que você já sabe um pouco mais sobre os regimes tributários possíveis no Brasil que tal ter apoio de uma equipe contábil de renome e experiência?

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